Exercícios Resolvidos Sobre Função Modular
Parte 2 (Exercícios 5 – 6)
5. Calcula, analiticamente, os seguintes módulos:
5.1 |3 – 7I
5.2 |-3 + 53|
5.3 |-100 + 234|
5.4 |-5,8 + 3,0125|
Para a resolução desses módulos, não tem nenhum segredo, é apenas a aplicação directa da aritmética e a aplicação do módulo de um número.
5.1 |3 – 7I = |-4| = 4
5.2 |-3 + 53| = |50| = 50
5.3 |-100 + 234| = |134| = 134
5.4 |-5,8 + 3,0125| = |-2,7875| = 2,7875
6. Representa, graficamente, cada uma das seguintes funções:

Resolução

Para proceder-se a construção de um gráfico da função modular, é importante conhecer a sua definição. Pois, a partir da definição pode-se proceder a sua representação, então para a sua construção obedece-se o seguinte:
1ª. Passo: Construímos o gráfico da função y = f(x), mas só consideramos a parte em que x ≥ 0, que é a bissetriz do 1º quadrante;
2ª Passo: Construímos o gráfico da função y = – f(x), mas só consideramos a parte em que x < 0, que é a bissetriz do 2ª quadrante;
3ª Passo: Reunimos os dois gráficos dos dois passos anteriores.

Antes porém, vamos usar a definição de módulo para parcelarmos a função, dessa forma fica

1ª. Passo: Construímos o gráfico da função y, mas só consideramos a parte em que x ≥ 0, que é a bissetriz do 1º quadrante, dessa forma y = –x.
Uma vez que a função é linear, então aplicando conhecimentos de função linear podemos esboçar o gráfico.
2ª Passo: Construímos o gráfico da função – y, mas só consideramos a parte em que x < 0, que é a bissetriz do 2ª quadrante, ou seja, y = –(–x) → y = x.
3ª Passo: reunimos os dois gráficos dos dois passos anteriores.
Num único SCO, vamos representar a função. Mas atenção, apenas vamos representar as partes aceites do gráfico, isso é, em função da região de domínio de cada parcela.


Antes porém, vamos usar a definição de módulo para parcelarmos a função, dessa forma fica

1ª. Passo: Construímos o gráfico da função y, mas só consideramos a parte em que (1 – 4x2) ≥ 0, que é a bissetriz do 1º quadrante, dessa forma y = 1 – 4x2.
2ª Passo: Construímos o gráfico da função – y, mas só consideramos a parte em que ((– (1 – 4x2)) < 0, que é a bissetriz do 2ª quadrante, ou seja, y = – (1 – 4x2) → y = –1 + 4x2.
3ª Passo: reunimos os dois gráficos dos dois passos anteriores.
Num único SCO, vamos representar a função. Mas atenção, apenas vamos representar as partes aceites do gráfico, isso é, em função da região de domínio de cada parcela.


Antes porém, vamos usar a definição de módulo para parcelarmos a função, dessa forma fica

1ª. Passo: Construímos o gráfico da função y, mas só consideramos a parte em que (x2 – 3x+ 2) ≥ 0, que é a bissetriz do 1º quadrante, dessa forma y = x2 – 3x+ 2.
2ª Passo: Construímos o gráfico da função – y, mas só consideramos a parte em que ((– (x2 – 3x+ 2)) < 0, que é a bissetriz do 2ª quadrante, ou seja, y = – (x2 – 3x+ 2) → y = –x2 + 3x – 2.
3ª Passo: reunimos os dois gráficos dos dois passos anteriores.
Num único SCO, vamos representar a função, mas atenção, apenas vamos representar as partes aceites do gráfico, isso é, em função da região de domínio de cada parcela.


Antes porém, vamos usar a definição de módulo para parcelarmos a função, dessa forma fica

1ª. Passo: Construímos o gráfico da função y, mas só consideramos a parte em que (2x + 1) ≥ 0, que é a bissetriz do 1º quadrante, dessa forma y = 2x + 1.
2ª Passo: Construímos o gráfico da função – y, mas só consideramos a parte em que ((– (2x + 1)) < 0, que é a bissetriz do 2ª quadrante, ou seja, y = – (2x + 1) → y = –2x – 1.
3ª Passo: reunimos os dois gráficos dos dois passos anteriores.
Num único SCO, vamos representar a função, mas atenção, apenas vamos representar as partes aceites do gráfico, isso é, em função da região de domínio de cada parcela.

Leia Sobre: Função módulo do tipo y = |f(x)|